Segundo movimiento: lo de fuera (tradução)

Original


Extremoduro

Compositor: Iñaki Antón / Robe

Acabou
O ódio me corroeu a razão
Com o meu tempo, estou comprometido

E o amor
Saiu voando pela varanda
Pra um lugar onde não tivesse inimigos

E agora, estou em guerra contra tudo ao meu redor
Não preciso de motivo nenhum
É que eu sou mestre da contradição
E especialista em quebrar o que é proibido

E por isso, os moleques já se aproximam de mim
Eu tento ser feliz
Desde então, não me deixam sair dessa prisão
Não tenho pra onde fugir

Vou abrir um buraco
Pra botar a cabeça pra fora
E continuo preso, mas, agora, o vento corre ao redor
Pelos meus pecados, continuo preso

Carne e osso
O mundo ao redor morre de fome
Você e eu, no fim das contas, de carne e osso

Por dinheiro, os tiras, ah, vão atrás de mim
Eu tento ser feliz
E encurralado, fui morar nos telhados
Por desobedecer, por ver o Sol nascer

Por botar a cabeça pra fora
E continuo preso
Mas, agora, o vento corre ao redor
Pelos meus pecados, continuo preso

Carne e osso
O mundo ao redor morre de fome
Você e eu, no fim das contas, de carne e osso

Preciso saber
Diz o seu nome
Onde nasce o Sol
E do que ele se esconde

Preciso saber
Diz o seu nome
Onde nasce o Sol
E do que ele se esconde (preciso saber)

Se olho em volta, não consigo entender
Me dá preguiça (diz o seu nome)
Se tem algum degrau pra tropeçar
Eu vou de cabeça (onde nasce o Sol)

Você e eu no quarto pra que o amor volte
Natureza (e do que ele se esconde)
Tem uma televisão no meio da sala
Não me interessa

Vem pra sombra, amor
Que eu te espero
Que tenho o coração aqui
Bem gelado

Vem pra sombra, vem, amor
Que eu te espero
Que já tem vida brotando
Dentro do neu corpo

A casa desmorona desde que ela foi embora
Agora, só espero a demolição
Perdi o eixo da sala
E ando torto o tempo todo

E agora, só penso nela
Não encontro razões quando a lembrança dela
Crava entre minhas sobrancelhas
Sonho com melões em cima da mesa

Buscando meu destino, vivendo em diferido
Sem ser, nem ouvir, nem agir
E a chamada a cobrar, queria falar com você
E assim sintonizar

Sonho que outra música começa
Vivo no eco da voz dela, distraído
Sigo o rastro do cheiro dela
Que sussurra pra mim: Vamos, vem comigo

Há um deserto, há um jardim
Cheio de flores de papel
Achei que o amanhecer seria frio
Você se enganava outra vez, queimava

O verão chegou e devastou a primavera
E o Sol sufoca no seu jardim
Os passarinhos caem da figueira
Não cantam mais pra mim

Abri os olhos pra ver
E dei de cara com o destino
Tenho tudo pela metade
Me perguntava se, talvez, amanhã

Preciso saber
Diz o seu nome
Onde nasce o Sol
E do que ele se esconde

Preciso saber
Diz o seu nome
Onde nasce o Sol
E do que ele se esconde

Vem pra sombra, amor
Que eu te espero (diz o seu nome)
Que tenho o coração aqui (onde nasce o sol)
Bem gelado

Vem pra sombra, vem, amor
Que eu te espero (e do que ele se esconde)
Que já tem vida brotando
Dentro do neu corpo (preciso saber)

Se olho em volta, não consigo entender
Me dá preguiça (diz o seu nome)
Se tem algum degrau pra tropeçar
Eu vou de cabeça (de onde nasce o Sol)

Você e eu no quarto pra que o amor volte
Jatos de porra (e do que ele se esconde)
A boa educação da televisão
Não me interessa

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